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B.LAB: Da pandemia ao Campo

No início da pandemia, em 2020, onde o presencial virou remoto, me vi aceitando um novo desafio: agro. Tive alguns contatos com a área, mas trabalhar como estrategista seria novidade, já que o contato era distante do meu dia-a-dia.



Após a unificação da Bayer com a Monsanto, a atualização do posicionamento dos produtos precisavam acontecer em cima da nova cultura da empresa. E foi aí que entrei, fazendo parte da equipe chamada B.Lab, como Planejamento de Conteúdo.


Fiquei responsável pelas frentes de sementes e fungicidas. Por semanas, estudamos e tivemos treinamentos para ter o conhecimento básico sobre o assunto e colocar em prática os nossos conhecimentos no projeto. E foi nessas imersões nessa nova área que consegui criar campanhas e trabalhos que me orgulho.



NOVO POSICIONAMENTO

O maior desafio dentro das marcas de milho que foram absorvidas é a definição do público e direcionamento que cada uma delas seguiriam, já que as marcas eram parceiras de portfólio e concorrentes ao mesmo tempo. Foram feitas benchmark, pesquisas de mercado regional e de personas para iniciar as tomadas de decisão. Finalizamos com o desenvolvimento de um novo posicionamento de marca, identidade visual, tom de voz e estratégia de comunicação para cada uma delas.






SEMANA DO MILHO

Dentro do planejamento estratégico para as marcas de milho, a campanha veio com objetivo de integrar as marcas dentro do novo portfólio a partir de eventos online durante uma semana, no momento de plantio da cultura, onde produtores e profissionais poderiam se informar e tirar dúvidas sobre os temas. Mesmo no momento de pandemia, queríamos construir a melhor experiência para os consumidores se engajarem, assim como fariam em eventos presenciais.



INSERÇÃO DO PRODUTO EM UM NOVO PÚBLICO

Na frente de fungicidas, o desafio era a entrada do produto conhecido pelos produtores de soja, na cultura de citros. Assim como outros segmentos, para se inserir em um perfil de consumidores é necessário ter entendimento de concorrentes e comportamentos dos produtores diferentes do que estávamos acostumados na cultura de soja.


Assim, o preparo técnico - doenças, pragas, calendários de aplicações e benefícios do portfólio - foi essencial, além do entendimento de campo de forma quantitativa e qualitativa. Em cima disso, criamos estratégia de comunicação informativa a partir de canais digitais, influenciadores agro, relacionamento em comunidades e preparo técnico com os vendedores.



Todo projeto seguia sem interferir com a construção já criada para os produtores de soja, onde trabalhávamos com calendário AON.




Mesmo com tantas transformações no país, desafios nunca param. São essas oportunidades que você deve aceitar e sair da zona de conforto para ter experiências que enriquecem seu portfólio e abrem novas portas para novos caminhos e oportunidades.


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